Análise bilateral com dados públicos de 192 empresas listadas na B3 (2015–2024). 8 empresas selecionadas: 4 em recuperação judicial ou extrajudicial e 4 blue chips saudáveis.
Métricas de performance que validam a capacidade preditiva do RiskMind.
Nos quatro casos abaixo, o RiskMind Algorithm™ sinalizou risco elevado com antecedência significativa ao evento de crédito — incluindo a Raízen, a maior recuperação extrajudicial da história do Brasil. Nenhum modelo isolado entregaria esta combinação de precisão e antecipação.
O que o modelo viu: A PDG já operava em Zona de Perigo desde a primeira análise em 2015 — dois anos antes do pedido de recuperação. O algoritmo identificou a combinação de alta alavancagem setorial, deterioração do capital de giro e Margem de Segurança abaixo do limiar crítico como sinais convergentes de insolvência iminente.
O que o modelo viu: A Marisa apresentou deterioração progressiva a partir de 2017, com o Índice de Solidez Estrutural cruzando a zona de perigo 4 anos antes da recuperação judicial. A Margem de Segurança caiu consistentemente abaixo de 0,3 — patamar que o algoritmo identifica como crítico para o varejo.
O que o modelo viu: A Cogna sinalizava deterioração em 2019, com o Índice de Solidez Estrutural em trajetória descendente 3 anos antes do colapso operacional pós-COVID. O modelo capturou a fragilidade estrutural do setor educacional antes do mercado precificar o risco.
O que o modelo viu: A Raízen já apresentava rating CCC em 2021 — cinco anos antes da recuperação extrajudicial de março de 2026 (R$ 65 bilhões em dívidas). A PD escalou de 17% para 58% em apenas 4 anos, com o Índice de Solidez Estrutural convergindo para a zona de perigo e a Margem de Segurança em queda livre. A maior recuperação extrajudicial da história do Brasil foi detectada pelo algoritmo com anos de antecedência.
As quatro empresas abaixo foram classificadas corretamente ao longo de toda a série. A integração de múltiplas dimensões — solidez estrutural, distância ao default e governança operacional — garante que o modelo não gera falsos alarmes. Classificar corretamente empresas saudáveis é tão importante quanto detectar as em risco.
O que o modelo viu: A WEG demonstra trajetória descendente de PD consistente. O algoritmo classifica corretamente como investment grade ao longo de toda a série, com Margem de Segurança crescente e Índice de Governança Operacional acima de 70% em todos os períodos.
O que o modelo viu: Apesar de oscilações cíclicas típicas do setor de mineração, a Vale mantém trajetória de melhoria. O algoritmo captura a recuperação pós-Brumadinho, com upgrade progressivo ao longo da série.
O que o modelo viu: A Ambev exemplifica estabilidade máxima: rating A consistente em toda a série, Margem de Segurança sempre elevada e Índice de Governança Operacional superior a 85%. O modelo confirma a solidez estrutural do líder de bebidas.
O que o modelo viu: A Localiza mantém PD elevada porém estável, com o algoritmo detectando corretamente o risco estrutural do setor de locação de veículos sem gerar falso alarme de deterioração aguda.
Construído sobre modelos validados pela academia (Altman, Merton, análise comportamental), o RiskMind integra múltiplas dimensões de risco em uma análise única — combinando solidez estrutural, distância ao default e governança operacional. No backtest bilateral com dados públicos da B3, o engine atingiu AUC-ROC de 0,93 com acerto de 8/8 empresas.
Para empresas do middle market brasileiro que faturam de R$ 15M à R$ 750M, sem rating de agência, o RiskMind entrega em minutos, via SaaS, o mesmo nível de análise quantitativa multidimensional — com rastreabilidade e curadoria completa.
Acessar Plataforma RiskMind →